Dicas de segurança – Fibratec – A marca da Piscina

Ter sempre a supervisão de adulto responsável.

Reconhecer a área da piscina, não correr e não fazer brincadeiras inapropriadas ao local (geralmente com piso molhado) como empurrar ou pirâmide humana.

Proteger-se do sol, não trazer brinquedos e objetos que não seja para uso na piscina.

Máxima atenção no acesso ao escorregador, sempre segurando no corrimão, escorregar sempre sentado, tomar cuidado para não escorregar sobre pessoas que estejam na água e não brincar no lava-pés.

Não correr para mergulhar e certificar-se de que haja espaço e profundidade para mergulho seguro.

Ter sempre a supervisão de adulto responsável.

Certificar-se de sua profundidade e de que seus ralos sejam anti-prisionamento.

Fazer o acesso à piscina em local raso com os pés, e delimitar a área apropriada segura para brincar.

Nunca brincar próximo aos ralos de sucção.

Sucção de cabelo e partes do corpo deve ser evitada com uso de ralo(s) anti-aprisionamento e precauções de desligamento do funcionamento da bomba.

Não permita competições de prender a respiração embaixo da água.

Atenção 100% na criança, a distância de um braço, mesmo na presença de um guarda-vidas. Em caso de urgência, clique aqui e aprenda como agir em emergências aquáticas.

Acesso restrito a(s) piscina(s) com grades ou cercas transparentes e portões auto-travantes a uma altura que impeça crianças de entrar no recinto da piscina sem a companhia de um adulto.

O adulto deve estabelecer regras rígidas e seguras para as crianças usufruírem da piscina.

Busque sempre informação e orientação com o guarda-vidas.

Ensine flutuação e brincadeiras seguras na água a partir dos 6 meses e natação a partir de 2 anos, mas não deixe seu filho sozinho na piscina ainda que ele saiba nadar.

Caso precise afastar-se da piscina para atender um telefone ou campainha, ou mesmo pegar uma toalha, leve sempre seu filho consigo. Incentive o uso de coletes salva-vidas para crianças menores e pessoas sem conhecimento de natação e não permita o uso de boias de braço, pranchas, pneus, e bolas, elas transmitem falsa impressão de segurança.

Evite brinquedos próximos à piscina, isto atrai muito as crianças e aumenta o risco.

Sair imediatamente da piscina se houver relâmpagos.

Se não for utilizar a piscina, mantenha-a tampada por capa apropriada para evitar impurezas e proteger de uma eventual queda de criança ou animal doméstico.

Não coma na área próxima à piscina para manter a qualidade da água e evitar contaminação de resíduos dos alimentos.

Em caso de cortes ou machucados abertos, cuidado com a contaminação por vírus ou bactérias. Não frequente a piscina se tiver micose, pé-de-atleta ou qualquer outro problema que cause a contaminação dos usuários por vírus, fungos e bactérias.

Além das recomendações da questão anterior para as crianças, os adultos, nunca devem nadar desacompanhados, não devem superestimar sua capacidade de nadar e não devem realizar mergulhos de cabeça em locais rasos. As sinalizações do local devem ser observadas e deve-se evitar ingerir bebidas alcoólicas e alimentos pesados antes do banho de piscina, manter o senso e capacidade de juízo seguro e não brincar de pirâmide ou outras brincadeiras que coloquem em risco a sua integridade e de outras pessoas.

Lembre-se de contratar um guarda-vidas se você for fazer uma festa com piscina em sua casa.

São proibidos, pois no local as pessoas geralmente ficam descalças e, caso haja uma queda de um copo de vidro, por exemplo, devido à região ser molhada, será difícil recolher cacos de vidro que podem causar acidentes.

A palavra utilizada é “isolamento”, para impedimento por meio físico e estrutural do acesso de crianças e animais domésticos a piscina tendo por objetivo mantê-los distantes e seguros.

A grade ou gradil deverá estar íntegro, transparente e não escalável, a fim de promover o isolamento necessário e impedir a passagem de uma criança. Ela deve ter altura maior que 1,2m e suas barras verticais devem ser espaçadas em largura inferior a 12 cm umas das outras, tendo ainda no máximo 8 cm entre o piso e a barra inferior da grade.

O portão de acesso deve ser mantido fechado e ter tranca automática para delimitar com precisão as áreas de acesso à piscina, mantendo distantes crianças e animais domésticos, as quais poderão circular com segurança ao redor da piscina sem risco de afogamento.

Atenção ainda em evitar a possibilidade de uma criança colocar uma cadeira e escalar o grade/cerca.

A primeira regra é estar sempre acompanhado e em condições saudáveis, não ter ingerido bebida alcoólica e estar há mais de 2 horas da última refeição. Para quem não sabe nadar, água na linha da cintura é uma medida segura, permitindo se banhar e usufruir da piscina em segurança.

O ideal para o entorno da piscina (área circundante) são pisos antiderrapantes que obedeçam à norma ABNT NBR 13753, e aos critérios de ensaios previstos na norma ABNT NBR 13.818, principalmente quanto ao coeficiente de atrito, absorção da água, resistência ao tráfego, limpabilidade e expansão por umidade. Além disso, de acordo com as normas, o entorno da piscina deve conter marcas indicadoras no piso externo e nas paredes acima do nível de água, informando aos usuários a profundidade de água naquele ponto e os pontos de mudança de inclinação de piso.

Não chega a ser um fator de risco, mas os bronzeadores impactam em higiene e custos de manutenção e devem ser evitados ou ainda utilizados produtos com inscrições no rótulo do tipo: “Não sai na água”, “Oil Free”, “Isento de óleos”, “Contém Silicone”, que indicam que o produto não é gorduroso.

A oleosidade natural do corpo que se solta da piscina na água e adere nas bordas e nos equipamentos de piscina dificultam a limpeza da água, e esse problema fica ainda mais intenso com o uso de bronzeador e protetor solar a base de óleos, que colaboram para a formação de verdadeiras ilhas de gordura flutuando na água das piscinas e camadas escuras de gordura nos azulejos das bordas, e deixam a água com uma aparência gordurosa de aspecto pegajoso, além de marcas de sujeira nas bordas da piscina.

Os produtos químicos comuns utilizados em piscinas não têm pleno poder desengordurante e a gordura tende a acumular-se não apenas na água da piscina, mas também nos usuários. Uma forma alternativa de eliminar a oleosidade da água é transbordar essa camada de água da piscina até que toda a água gordurosa saia, o que incorre em desperdício e custos.

Vale lembrar que a presença de gordura na superfície da água e bordas engorduradas indica o mau uso pelos banhistas, que não observam e utilizam a ducha próxima da piscina para remover o bronzeador antes de entrar na piscina.

Em 14 de maio de 2014, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmera aprovou o relatório do deputado Darcísio Perondi ao Projeto de Lei nº 1.162/2007 que disciplina a prevenção de acidentes em piscinas e propõe a obrigatoriedade de instalação de tampa anti-aprisionamento, ou não bloqueáveis, nos drenos e ralos de fundo de piscinas públicas, privadas e coletivas. São tampas de formato abaulado já disponíveis no mercado, com acessos laterais para o fluxo de água que impedem a sucção de cabelos ou partes do corpo.

Dentre as medidas há também a exigência de botão de parada de emergência das bombas, que deve ser localizado junto à piscina para acesso rápido em caso de um eventual acidente. Outra medida de segurança possível é a utilização de sistemas de bombas que identificam automaticamente a falta de água nos dutos de sucção e desligam as bombas.

Outros pontos de atenção na piscina estão em itens que dizem respeito à manutenção e conservação, como por exemplo, azulejos quebrados, bordas com pedras soltas ou pontiagudas, ralos de aspiração e jatos de recirculação, principalmente.

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